Uma grande apreensão de entorpecentes realizada pela Polícia Militar nesta segunda-feira (22) reforçou o combate ao crime organizado na região central de Rondônia. A ação ocorreu no bairro Novo Horizonte, em Cacoal, onde um imóvel era utilizado como centro de armazenamento de drogas destinadas à comercialização e distribuição.
As investigações tiveram início após uma denúncia anônima informar sobre movimentações suspeitas em uma residência localizada na Avenida Malaquita. Diante das informações recebidas, equipes do 4º Batalhão da Polícia Militar passaram a monitorar o endereço de forma estratégica.
Durante as diligências, os policiais abordaram um homem que portava uma pequena quantidade de substância entorpecente. No decorrer da abordagem, surgiram elementos que levaram os militares até o imóvel investigado, onde foi encontrada uma expressiva quantidade de drogas distribuída em diversos cômodos da residência.
Segundo o levantamento realizado pelas equipes, foram apreendidos cerca de 304 quilos de maconha, divididos em centenas de tabletes, além de aproximadamente 24 quilos de crack. O volume total da carga ultrapassou 328 quilos de entorpecentes.
No local, os policiais também encontraram materiais frequentemente utilizados na atividade criminosa, incluindo balança de precisão, embalagens plásticas e porções fracionadas prontas para a comercialização, evidenciando a estrutura utilizada para o tráfico.
Uma mulher que estava na residência também recebeu voz de prisão. Conforme apontaram os levantamentos realizados durante a ocorrência, havia indícios de participação direta na logística e no armazenamento dos materiais ilícitos.
Todo o entorpecente apreendido, bem como os materiais relacionados à atividade criminosa, foi encaminhado à Delegacia da Polícia Civil juntamente com os suspeitos para os procedimentos legais cabíveis.
A ofensiva integra as ações da Operação Brasil Contra o Crime Organizado, iniciativa nacional coordenada para enfraquecer estruturas financeiras e operacionais de organizações criminosas que atuam em diferentes regiões do país. As investigações continuam para identificar possíveis conexões do esquema e outros envolvidos na rede de tráfico.