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Educação abre portas e coloca jovens no mercado de trabalho em Rondônia
IFRO fortalece a ligação entre alunos e empresas e amplia oportunidades para quem busca o primeiro emprego

Por Redação
Publicado Ontem, às 20h
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Foto: PodRondônia

A rotina de muitos jovens em Rondônia começa dentro da sala de aula, mas não termina ali. Para uma parcela crescente desses estudantes, o caminho entre estudar e trabalhar está cada vez mais curto. Essa realidade foi tema de um episódio do PodRondônia Educação, que recebeu Geliane Dorneles, coordenadora da CIEEC do IFRO – Campus Zona Norte, e a professora Agna Souza.

Durante a conversa, um ponto ficou claro desde o início: a formação técnica tem ganhado força porque se conecta com o que acontece fora da escola. Não se trata apenas de aprender conteúdo, mas de entender como esse conhecimento se transforma em profissão.

Geliane explica que o trabalho da coordenação vai justamente nessa direção.

“A gente aproxima o aluno da empresa, mostra quem ele é, o que ele sabe fazer e abre caminho para essa primeira oportunidade”, afirmou.

Esse contato direto com o mercado tem mudado o comportamento dos estudantes. Muitos chegam inseguros, sem saber exatamente o que esperar. Com o tempo, ganham confiança, aprendem na prática e começam a enxergar possibilidades reais de crescimento.


Para muitos alunos, o estágio ainda é visto como uma etapa obrigatória do curso. Mas, na prática, ele acaba sendo muito mais do que isso.

No IFRO, a experiência profissional costuma ser o primeiro passo para entrar no mercado. E, em vários casos, também é o último passo antes da contratação.

“Eles entram tímidos, mas saem preparados. A mudança é visível”, comentou Geliane.

Essa transformação não acontece só na parte técnica. O aluno aprende a lidar com rotina, responsabilidade, cobrança e convivência. É nesse ambiente que ele começa a se enxergar como profissional.


Outro ponto que chamou atenção na conversa foi a forma como a inclusão tem sido tratada dentro da instituição.

Não ficou apenas no discurso. Foram apresentados casos de alunos surdos e cegos que conseguiram cumprir suas atividades e participar do ambiente de trabalho com apoio adequado.

“A gente acompanha de perto para garantir que eles consigam desenvolver o trabalho com segurança”, explicou Geliane.

Essas experiências mostram que, quando existe estrutura e vontade, a inclusão deixa de ser teoria e passa a fazer parte do dia a dia.

A conversa também abriu espaço para um tema delicado, mas muito presente: a rotina das mulheres, especialmente aquelas que precisam conciliar estudo, trabalho e responsabilidades dentro de casa.

Nem sempre é simples cumprir carga horária de estágio, manter o desempenho nos estudos e ainda dar conta da vida pessoal. Por isso, a instituição tem buscado alternativas para adaptar horários e não perder essas alunas no meio do caminho.

“A gente tenta ajustar tudo para que elas não precisem escolher entre estudar e cuidar da família”, destacou Geliane.

A professora Agna Souza reforçou que a educação ainda é o principal caminho para autonomia.

Para muitas dessas mulheres, voltar a estudar ou conseguir um estágio representa mais do que uma oportunidade profissional — é a chance de mudar a própria realidade.

Um ponto interessante levantado durante o episódio foi a mudança no perfil dos alunos. Hoje, muitos já chegam com mais clareza sobre o que querem.

Eles pesquisam, observam o mercado e buscam áreas com mais oportunidades. Cursos ligados à tecnologia, gestão e inovação têm atraído bastante interesse.

“A gente percebe que eles estão mais seguros nas escolhas e mais conscientes do que querem construir”, disse Geliane.

Esse comportamento mostra que o jovem não está mais esperando a oportunidade aparecer. Ele está indo atrás.


Mesmo com baixos índices de desemprego, Rondônia ainda enfrenta um desafio: o valor médio dos salários. Trabalha-se muito, mas nem sempre se ganha bem.

Nesse cenário, a qualificação passa a ser um diferencial. Quanto mais preparado o profissional, maiores as chances de conquistar melhores oportunidades.

O IFRO tem atuado justamente nesse ponto, preparando alunos para áreas que estão crescendo e exigindo mão de obra qualificada.


“A educação muda vidas. Ela abre caminhos que antes pareciam distantes.”

Conclusão

O episódio do PodRondônia Educação mostra algo que, para muitos, já é visível no dia a dia: quando a educação se conecta com a realidade, os resultados aparecem.

Mais do que formar alunos, o IFRO tem ajudado a formar profissionais, abrir portas e criar oportunidades que vão além da sala de aula.

E, para muitos jovens, esse é o início de uma nova trajetória.

Assista ao episódio completo:
 

 


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Fonte: PodRondônia